Muito além do risco de trombose

Relações entre saúde, política, meio-ambiente e contracepção

O maravilhoso blog da Dra. Halana Faria, médica ginecologista do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, está cheio de informação para quem quer saber mais o que está por trás da pílula.

Casa de Amaterasu

 “Porque seu corpo causa suspeição, e porque ela o enxerga com alarme, ele parece estar doente, ele está doente…” Simone de Beauvoir, O segundo sexo

A contracepção hormonal já foi entendida como parte da revolução que bradava: “um filho quando eu quiser, e se eu quiser”. Na época, questionamentos por parte de ativistas feministas da saúde eram vistas como pouco estratégicas, porque a preocupação era avançar no acesso à contracepção. No entanto, um acúmuo de conhecimentos e relatos tem nos permitido refletir em que medida sua difusão tem sido realmente libertadora.

De maneira alguma pretende-se fazer coro à censura vinda do fundamentalismo religioso, um retrocesso no já minguado terreno dos direitos sexuais e reprodutivos.  O interesse aqui é discutir como atualmente não há verdadeiro direito à escolha, mas sim o monopólio de uma solução para a “instabilidade e imprevisibilidade” femininas, construída (e fortemente introjetada) por um discurso misógino…

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